Mama
O
que pode causar o câncer de mama?
O câncer não está associado a uma só causa,
existem fatores que aumentam o risco do desenvolvimento da doença
em mulheres: primeira menstruação muito cedo, primeira
gestação e amamentação
após os 30 anos, hábitos de vida (tabaco, álcool,
sedentarismo etc.), histórico de câncer em parentes
de primeiro grau (mãe, irmã e
filha), menopausa muito tarde e terapia de reposição
hormonal durante um longo período.

Quais
são os sintomas da doença?
Os principais sintomas são nódulos (caroços)
nas mamas e na região das axilas, alteração na forma
e tamanho dos seios, alterações na pele e secreção
pelo mamilo.
O
câncer de mama tem cura?
Sim. Quanto mais cedo o câncer for diagnosticado, mais chances
há de curá-lo. Por isso é importante realizar regularmarmente os exames.
O
autoexame é suficiente para detectar o câncer?
Não, mas ao observar e apalpar as mamas regularmente você ficará
alerta. A partir dos 18 ou 21 anos, o autoexame deve ser realizado
regularmente. Faça o autoexame 7 dias depois do início
da menstruação. Caso você note alguma alteração,
procure imediatamente um médico.
Como
é feito o diagnóstico da doença?
Para confirmar o desenvolvimento do câncer é realizado um exame
clínico com o médico, mamografia e ultra-sonografia. A mamografia
é uma espécie de Raio-X em que as mamas são comprimidas. Nela é
possível detectar o câncer antes mesmo dele se tornar palpável.
Neste processo, a ultra-sonografia serve como exame complementar.
Com
que frequência devem ser feitos os exames de rotina?
Todas as mulheres devem ir ao médico uma vez a cada ano, mesmo aquelas
que não mantém uma vida sexual ativa. Aos 40 anos deve ser feita
a primeira mamografia. Daí em diante até os 50 anos, o médico determinará
a frequência da mamografia de acordo com as particularidades de
cada paciente. Já após os 50 anos, todas as mulheres devem fazer
a mamografia anualmente. O autoexame deve ser realizado por mulheres
de todas as idades.
Colo
do útero
O
que é câncer de colo do útero?
O colo é a parte inferior do útero, localizada no final da vagina.
O câncer de colo do útero pode demorar anos para se desenvolver
e, no geral, não apresenta sintomas durante as fases iniciais.
Quais
são as principais causas deste tipo de câncer?
O principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de
colo doútero é a infecção pelo Papilona Vírus
Humano, mais conhecido como HPV. Este vírus é encontrado em mais de 90%
dos casos de câncer de colo uterino. Outros fatores que favorecem
a infecção são a iniciação da atividade sexual precoce,
hábitos de vida (tabaco, álcool e diversidade de parceiros) e higiene
íntima inadequada.
Quais
são os sintomas da doença?
Nos estágios iniciais, o câncer de colo do útero não apresenta
sintomas. Quando a doença já está mais avançada
pode ocorrer sangramento vaginal fora do período da menstruação
ou após relações sexuais, dor na região pélvica
como cólica e secreção.
O
câncer de colo do útero tem cura?
Sim. Quanto mais cedo o câncer for diagnosticado, mais chancer
há de curá-lo. Por isso é importante realizar os exames preventivos.
Como
evitar o câncer de colo do útero ?
Além de evitar os fatores que favorecem a infecção
pelo HPV, toda mulher deve fazer o exame Papanicolaou uma vez por
ano a partir do ínicio da atividade sexual ou após completar 18
anos. Caso não haja alterações nos últimos resultados,
o exame pode ser feito com um intervalo maior, porém a critério
do médico.
As alterações causadas pelo câncer de colo do útero são descobertas facilmente pelo Papanicolaou. Se houver alguma, você será encaminhada
para a realização de outro exame mais completo e, se necessário,
receber o tratamento adequado.
O
que é Papanicolaou?
O Papanicolaou é um exame simples, rápido e indolor. Com uma
espátula e uma escova, o médico coleta a secreção
do colo do útero. Qualquer alteração é identificada
facilmente, inclusive outras infecções e inflamações
que não estão relacionadas ao desenvolvimento do
câncer.
Com
que frequência deve ser feito o exame preventivo?
Todas as mulheres devem fazer o Papanicolaou. O exame deve ser
realizado uma vez ao ano a partir da iniciação da atividade sexual
ou após a mulher completar 18 anos. Caso não haja alterações
nos últimos resultados, o teste poderá ser feito com um intervalo maior,
porém a critéiro do médico. Se houver alguma alteração,
você deverá ser encaminhada para a realização
de um novo exame mais detalhado e, caso necessário, receber o tratamento adequado.